Como não fazer um site
Tenho a mania de revisitar domínios antigos de tempos em tempos, para ver se encontro alguma novidade. Há alguns dias atrás tentei o www.newplay.com.br. Eita, quase não acreditei… Uma imagem vale por mil palavras, aí vai:
A primeira conclusão que tive, sem pensar muito, é a de um ótimo exemplo de como não fazer um site. Um leigo acessa isso aí e toma um susto… Browser, Internet Explorer, ASP, VBScript? Que @!$#% é essa??? E eu sei lá, só queria comprar o patinho amarelo… Tá bom, o Internet Explorer talvez o usuário saiba o que significa pois ainda é o navegador mais usado mundialmente. Mas citar termos de tecnologia para o usuário não é nem um pouco recomendado, deve ser evitado ao máximo.
Os usuários de Tecnologia da Informação — como por exemplo todos que acessam algum site na Web — não querem o site propriamente dito, eles querem a solução, querem o que o site pode fazer por eles. Querem que o site seja simples, rápido e fácil, seguro. Querem ganhar tempo, se sentirem úteis e produtivos. Se se sentirem encantados, melhor ainda.
Quem desenvolve um site deve procurar saber disso, e limitar o acesso a um tipo específico de navegador é uma das piores decisões a serem tomadas, na minha opinião. Vai no sentido totalmente contrário do acesso universal e amplo da Web.
O pior é que não é só isso: fui testar o site usando o IE, e qual foi a minha surpresa? Tcharaaaam… acredite se quiser:
Ainda podemos ver outro erro grave nessa página: a utilzação de mensagem de teste (no caso, do tal do Eder que estava testando alguma coisa).


